A ONU aprovou um voto condenando o desrespeito aos direitos humanos da Coreia do Norte horas após o anúncio da morte do líder do país, Kim Jong-il, pelo inferno que ele proporcionou à Coreia do Norte, com o assassinato de milhares, se não milhões de pessoas, cuja economia foi devastada por décadas sob o "desgoverno" de Kim Jong-il.
A China, aliada da Coreia do Norte, estava entre os países contrários à resolução. A medida, que é adotada anualmente pela Assembleia Geral, manifesta "uma preocupação muito grave" com a "tortura" e as "condições desumanas de prisão, de execuções públicas e de detenções extrajudiciais e arbitrárias" na Coreia do Norte. Não houve debate sobre a resolução que já foi adotada pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Geral. Estima-se que na década de 1990, sob o comando de Kim Jong-il, cerca de 1 milhão de norte-coreanos tenham morrido de fome. Mesmo em anos de safras boas, o Estado é incapaz de alimentar seus 25 milhões de habitantes.
E quem assume essa ditadura é Kim Jong-un, filho do falecido ditador, que vai assumir esse país totalmente destruído pela opressão e desigualdade. É triste a realidade da Coreia do Norte, devastada pela sua repressão à liberdade de expressão, a qual Kim Jong-il condenava toda a oposição que se manifestasse. Agora, só veremos os "interessados" em possíveis "alianças" com a Coreia do Norte, já que, nessa segunda feira, a secretária de Estado americana Hillary Clinton diz estar "preocupada com o bem-estar da população norte coreana". E que venham os hipócritas!
Informações de: Gazeta do Povo



