segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ONU condena direitos humanos na Coreia do Norte

A morte do ditador norte-coreano Kim Jong-il, de 69 anos, foi anunciada nesta segunda-feira por meio de um comunicado divulgado pela TV estatal, no mesmo dia em que o país testou um míssil de curto alcance na costa leste do país, segundo a mídia sul coreana.
A ONU aprovou um voto condenando o desrespeito aos direitos humanos da Coreia do Norte horas após o anúncio da morte do líder do país, Kim Jong-il, pelo inferno que ele proporcionou à Coreia do Norte, com o assassinato de milhares, se não milhões de pessoas, cuja economia foi devastada por décadas sob o "desgoverno" de Kim Jong-il.

A China, aliada da Coreia do Norte, estava entre os países contrários à resolução. A medida, que é adotada anualmente pela Assembleia Geral, manifesta "uma preocupação muito grave" com a "tortura" e as "condições desumanas de prisão, de execuções públicas e de detenções extrajudiciais e arbitrárias" na Coreia do Norte. Não houve debate sobre a resolução que já foi adotada pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Geral. Estima-se que na década de 1990, sob o comando de Kim Jong-il, cerca de 1 milhão de norte-coreanos tenham morrido de fome. Mesmo em anos de safras boas, o Estado é incapaz de alimentar seus 25 milhões de habitantes.

E quem assume essa ditadura é Kim Jong-un, filho do falecido ditador, que vai assumir esse país totalmente destruído pela opressão e desigualdade. É triste a realidade da Coreia do Norte, devastada pela sua repressão à liberdade de expressão, a qual Kim Jong-il condenava toda a oposição que se manifestasse. Agora, só veremos os "interessados" em possíveis "alianças" com a Coreia do Norte, já que, nessa segunda feira, a secretária de Estado americana Hillary Clinton diz estar "preocupada com o bem-estar da população norte coreana". E que venham os hipócritas!

Informações de: Gazeta do Povo

domingo, 18 de dezembro de 2011

Escola adventista desconta dízimo de 10% do salário de seus funcionários

Uma prática comum nas igrejas chegou agora às instituições de ensino. A Escola Adventista do 7° Dia cobrava até recentemente, 10% do salário de seus funcionários como dízimo, nas unidades do Distrito Federal, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, de Tocantins e Goiás (cerca de mais de 3.000 funcionários).
Ultimamente a Escola Adventista precisou assinar um termo com o Ministério Público do Trabalho, e, para não pagar multa, se comprometeu a não fazer mais arrecadações a partir deste mês.

Em alguns locais, a cobrança era feita havia mais de um ano. A procuradora do Trabalho da 10ª Região Valesca Monte explicou que a denúncia surgiu em Araguaína (Tocantins), onde a instituição de ensino primeiro fez o compromisso de não exigir mais a contribuição. “O processo veio para que pudéssemos ajustar isso nacionalmente, para que todas as unidades da escola fossem obrigadas a se adequar à lei”, disse.


A Escola Adventista alegou que a prática era realizada a pedido dos funcionários que são membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, por uma questão de comodidade para eles, que não precisavam levar o dinheiro para os seus locais de culto. “O desconto não era feito de todos, nem mesmo da metade. Até porque, nas nossas escolas, a maioria dos funcionários não é adventista. O dinheiro ia diretamente para as igrejas”, disse Denison Lehr Unglaub, advogado da escola.

Segundo a procuradora, o empregador não pode fazer descontos no salário dos empregados, exceto a título de adiantamento ou nos casos em que há regulação por lei específica ou por contrato coletivo. Outra hipótese é a autorização prévia do trabalhador para que ele participe de programa odontológico, médico, de previdência privada ou se associe a alguma cooperativa. “O dízimo não está previsto em nenhuma dessas hipóteses. O desconto é ilegal”, afirmou Valesca.

E o pior de tudo, os funcionários que não concordavam com isso eram discriminados.

Fonte: Correio Braziliense

Rio gasta R$ 2,9 milhões no festival de músicas evangélicas da Globo


A prefeitura do Rio gastou R$ 2,9 milhões com a infraestrutura do Festival Promessas, de músicas gospel, realizado no dia 10, um sábado, no Aterro do Flamengo para a gravação de um especial da Rede Globo. Os gastos foram calculados para um público de 200 mil pessoas, mas compareceram apenas 20 mil, embora a apresentação tivesse incluído as principais estrelas desse tipo de música.

Os gastos são questionáveis primeiro porque a prefeitura financiou um evento de caráter religioso, o que a Constituição impede por se incompatível com o Estado laico, e, segundo, os recursos públicos beneficiaram uma emissora TV do setor privado.

O festival foi ao ar hoje (18) a partir das 13h. Temendo a repetição do fiasco na audiência da emissora, a cantora e pastora Ana Paula Valadão e o pastor Silas Malafaia fizeram apelo aos fiéis para que não deixassem de ver o programa.

A Folha de S.Paulo informou que Promessas surgiu de uma sugestão que Malafaia fez em 2010 a João Roberto Marinho, vice-presidente das Organizações Globo. A sugestão “coincidiu com intenção antiga de se aproximar mais do segmento gospel”, de acordo com informação da emissora. O mercado gospel movimenta cerca de R$ 2 bilhões por ano.

Malafaia disse que a plateia do Promessas foi abaixo da expectativa porque os evangélicos estão “desconfiados” com a emissora por estarem “apanhando” dela há anos. “Globo tem doutorado em tecnologia, mas em mundo evangélico é analfabeta.”

Entre outras coisas, os evangélicos teriam ficado ofendidos com a referência do noticiário da emissora aos “ídolos” gospel porque eles rejeitam a idolatria.

Fonte: Paulopes e informações da Folha de S. Paulo


Viva o estado laico!

Livro "A Privataria Tucana"

Recentemente, foi lançado o livro "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Jr., que contém diversos documentos e comentários à respeito de crimes, como lavagem de dinheiro, no governo de Fernando Henrique Cardoso. A "Grande Mídia", é claro, tentou fazer de tudo para boicotá-lo e não aparecer.

Mas como os tempos mudaram, graças à internet e as mídias sociais, o livro teve uma grande repercussão diante desta "mídia alternativa". Tanto que a primeira edição, que continha 30 mil exemplares, foi esgotada em poucos dias.
Logo nos primeiros dias, a "Grande Mídia" acabou escondendo sobre o lançamento deste livro, apenas depois de algum tempo teve menções de jornalistas da mesma.

"Espero que o livro não pare nos fantoches, as marionetes do "teatro" político e midiático. A corrupção começa no corruptor, não no corrupto, que é a parte menor da corrupção, onde costumam parar as investigações, nas poucas vezes em que são feitas. Os que seguram os fios dos bonecos permanecem no escuro e se passam por "benfeitores da humanidade", louvados pela mídia privada, sempre, como geradores de empregos e não como exploradores do trabalho e dos bens públicos, a qualquer custo, que é o que realmente são." (Eduardo Marinho)

O deputado Protógenes Queirós, o mesmo que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, por sua intermediação entre o Citibank e o governo FHC, está o usando o livro de base para a instalação da CPI da privataria, com a compra escandalosa do congresso brasileiro e do governo FHC pelo Citygroup, por boicotar dívidas, lavagens de dinheiro e etc.

Isso tudo demonstra cada vez mais que ao passar dos anos nós estamos desenvolvendo e muito a nossa "mídia alternativa", silenciando até a "Grande Mídia".

Vejam no link abaixo, pontos principais do livro em uma discussão com Amaury Ribeiro Jr.